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domingo, 1 de agosto de 2010

A metáfora, por um momento, perde-se num campo de flores de papel, pintado por pincéis tremidos, onde a sombra da verdade significa a mentira. As minhas orquídeas de papel, tornam-se comedoras de carne, sem qualquer perdão.
Caminho, por este frágil mundo, sem destino & sem mistério. Todo o ar foi perfumado por charutos baratos, onde os fantasmas aparecem pintados, sem desejo de se levarem pelos ventos de liberdade.
O velho poço negro, aparece, na noite vazia. Sem olhar para trás, envolto os meus braços e entro na caixa preta saturada de sonhos desfeitos à espera que a pulsação da luz volte!


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